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		<title>Gospel Translations - User contributions [en]</title>
		<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Special:Contributions/Ionabi</link>
		<description>From Gospel Translations</description>
		<language>en</language>
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		<lastBuildDate>Sun, 05 Apr 2026 21:50:43 GMT</lastBuildDate>
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			<title>The Greatest Event in History</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/The_Greatest_Event_in_History</link>
			<description>&lt;p&gt;Ionabi: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|O Maior Acontecimento da História}}Dois Paradoxos na Morte de Cristo&amp;lt;br&amp;gt;Não é de surpreender que o maior acontecimento da história mundial seja complexo.&amp;lt;br&amp;gt;1) Por exemplo, sendo que Jesus Cristo é homem e Deus em uma única pessoa, sua morte foi a morte de Deus? Para responder a essa questão, precisamos falar das duas naturezas de Cristo, uma divina e uma humana. Desde 451 AD, a definição calcedônica das duas naturezas de Cristo em uma pessoa tem sido aceita como o ensino ortodoxo das Escrituras. O Concílio de Calcedônia afirmou,&amp;lt;br&amp;gt;Nós (...) ensinamos que se deve confessar (...) um só e o mesmo Cristo, Filho, Senhor, Unigênito, a ser reconhecido em duas naturezas, inconfundíveis, imutáveis, indivisíveis, inseparáveis, sendo que a distinção das naturezas não é de modo algum anulada pela união, antes a propriedade de cada uma é preservada, concorrendo para formar uma só pessoa e em uma subsistência; não separado nem dividido em duas pessoas, mas um só e o mesmo Filho, o Unigênito, Deus, o Verbo, o Senhor Jesus Cristo.&amp;lt;br&amp;gt;A natureza divina é imortal (Romanos 1.23; 1 Timóteo 1.17). Ela não pode morrer. Isso é parte do que significa ser Deus. Portanto, quando Cristo morreu, foi sua natureza humana que sofreu a morte. O mistério da união entre a natureza humana e a divina na experiência da morte não nos é revelado. O que sabemos é que Cristo morreu, e que no mesmo dia ele foi ao paraíso (&amp;quot;Hoje estarás comigo no paraíso,&amp;quot; Lucas 23.43). Sendo assim, parece ter havido consciência na morte, de modo que a união contínua entre a natureza humana e a divina não precisasse ser interrompida, ainda que Cristo tenha morrido somente em sua natureza humana.&amp;lt;br&amp;gt;2) Outro exemplo da complexidade do evento da morte de Cristo é a forma como o Pai a experimentou. O ensino evangélico mais comum é que a morte de Cristo foi que ele experimentou a maldição do Pai. &amp;quot;Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se ele próprio maldição em nosso lugar (porque está escrito: Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro)&amp;quot; (Gálatas 3.13). A maldição de quem? Poder-se-ia suavizar a questão, dizendo, &amp;quot;a maldição da lei.&amp;quot; Mas a lei não é uma pessoa para que possa amaldiçoar. Uma maldição só é uma maldição de fato se houver alguém que amaldiçoe. A pessoa que amaldiçoa por meio da lei é Deus, que escreveu a lei. Portanto, a morte de Cristo pelo nosso pecado e por nossa transgressão da lei foi a experiência da maldição do Pai.&amp;lt;br&amp;gt;É por essa razão que Jesus disse, &amp;quot;Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?&amp;quot; (Mateus 27.46). Na morte de Cristo, Deus lançou sobre ele os pecados do seu povo (Isaías 53.6), os quais odiava. E em ódio por esse pecado, Deus deu as costas a seu Filho carregado de pecados, e o entregou para sofrer todo o poder da morte e da maldição. A ira do Pai foi derramada sobre Cristo em nosso lugar, de forma que sua ira para conosco foi &amp;quot;propiciada&amp;quot; (Romanos 3.25) e removida.&amp;lt;br&amp;gt;Mas aqui está o paradoxo. Deus aprovou profunda e alegremente o que o Filho estava fazendo naquela hora de sacrifício. De fato, ele havia planejado tudo aquilo, junto ao Filho. E seu amor pelo Deus-Homem, Jesus Cristo, sobre a terra se deve à mesma obediência que levou Cristo à cruz. A cruz foi o ato de coroação de Jesus, por sua obediência e amor. E o Pai aprovou e se alegrou profundamente nessa obediência. Por isso, Paulo faz esta maravilhosa declaração: &amp;quot;Cristo nos amou e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em aroma suave&amp;quot; (Efésios 5.2). A morte de Jesus foi um perfume para Deus.&amp;lt;br&amp;gt;Assim, temos aqui mais uma gloriosa complexidade. A morte de Cristo foi a maldição de Deus e a ira de Deus; contudo, e ao mesmo tempo, foi agradável a Deus e um doce perfume. Embora tenha dado as costas ao Filho e o tenha entregado para morrer carregado com o nosso pecado, ele se deleitou na obediência, no amor e na perfeição do Filho.&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, temamos maravilhados, e olhemos com uma trêmula alegria para a morte de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Não há acontecimento maior na história. Não há nada maior para as nossas mentes considerarem, ou para nossos corações admirarem. Mantenha-se próximo à morte de Cristo. Tudo o que há de importante e de bom está reunido nela. Ela é um lugar sábio, importante e feliz para se estar.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 21 Jan 2009 19:28:14 GMT</pubDate>			<dc:creator>Ionabi</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:The_Greatest_Event_in_History</comments>		</item>
		<item>
			<title>Brothers, Consider Christian Hedonism/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Brothers,_Consider_Christian_Hedonism/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Ionabi: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info| Irmãos, Considerem o Hedonismo Cristão}}Quando Jesus alertou Seus discípulos de que eles poderiam perder a cabeça (Lucas 21.16), Ele os consolou com a promessa de que, não obstante, nem um fio de cabelo de suas cabeças pereceria (v. 18).&amp;lt;br&amp;gt;Quando Ele os alertou de que discipulado significa abnegação e crucificação (Marcos 8.34), Ele os consolou com a promessa de que &amp;quot;quem perder a vida por causa de mim e do evangelho salva-la-á&amp;quot; (v. 35).&amp;lt;br&amp;gt;Quando Ele ordenou que deixassem tudo e O seguissem, Ele os garantiu que receberiam &amp;quot;já no presente, o cêntuplo... com perseguições, e no mundo por vir, a vida eterna&amp;quot; (Marcos 10.28-31).&amp;lt;br&amp;gt;Se nós devemos vender tudo o que temos, devemos fazê-lo com alegria, pois o campo que almejamos comprar contém o tesouro escondido (Mateus 13.44).&amp;lt;br&amp;gt;Por hedonismo cristão, não quero dizer que o bem mais elevado seja a nossa felicidade. Eu quero dizer que o bem mais elevado sempre resultará em nossa felicidade. Mas todos os crentes acreditam nisso. O hedonismo cristão afirma mais do que isso, a saber, que devemos buscar com afinco a felicidade, com todas as nossas forças. O desejo de ser feliz é uma motivação apropriada para cada boa ação, e se você abandonar a busca da sua própria alegria, você não poderá agradar a Deus.&amp;lt;br&amp;gt;O hedonismo cristão tem o propósito de substituir uma moralidade kantiana por outra que seja bíblica. Immanuel Kant, o filósofo alemão que morreu em 1804, foi o expoente mais poderoso da noção de que o valor moral de um ato diminui na medida em que esperamos obter dele algum benefício. As ações são boas se a pessoa que as pratica for &amp;quot;desinteressada.&amp;quot; Deveríamos fazer o bem por ser o bem. Qualquer motivação por alegria ou recompensa corrompe o ato.&amp;lt;br&amp;gt;Contra essa moralidade kantiana (que se fez passar por cristã por tempo demais!), devemos anunciar a moralidade bíblica, descaradamente hedonista. Jonathan Edwards, que morreu quando Kant tinha 34 anos, expressou essa moralidade da seguinte forma, em uma de suas primeiras resoluções: &amp;quot;Resolvi me esforçar para obter para mim mesmo o máximo de felicidade que eu possa alcançar no mundo vindouro, com todo o poder, força, vigor e veemência, sim, com violência, dos quais eu seja capaz, ou os quais eu possa aplicar, de qualquer forma que possa ser concebida.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;C.S. Lewis expressou a idéia da seguinte forma, em uma carta a Sheldon Vanauken: &amp;quot;É uma responsabilidade cristã de todas as pessoas, como você sabe, a de serem o mais felizes que puderem.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;Flannery O'Connor também dá seu ponto de vista sobre a abnegação, dizendo: &amp;quot;Sempre renuncie um bem menor por um maior; fazer o oposto é pecado. Imagine a mim com os dentes cerrados, à espreita de alegria – completamente armada, também, pois essa é uma busca altamente perigosa.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;O conceito kantiano diz que está tudo bem se a pessoa conseguir alegria como um resultado não intencional da ação. Mas todas essas pessoas (eu, incluso) estão almejando a alegria. Nós repudiamos a possibilidade e o desejo do comportamento moral desinteressado. Isso é algo impossível, pois a vontade não é autônoma; ela sempre se inclina para aquilo que percebe ser a fonte de mais felicidade (João 8.34; Rm 6.16; 2 Pedro 2.19).&amp;lt;br&amp;gt;Pascal estava certo ao dizer (Pensamentos 250): &amp;quot;Todos os homens buscam a felicidade, sem exceção. Todos eles almejam esse alvo, não importa o quão diferentes sejam seus meios de obtê-lo... Eles não farão o menor movimento sem esse alvo em mente. Essa é a razão de todas as ações dos homens, até mesmo daqueles que estão pensando em suicídio.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;Mas a moralidade desinteressada não é somente impossível, ela é indesejável, isto é, antibíblica, pois significa que quanto melhor a pessoa se tornar, mais difícil para ela agir de forma moral. Nas Escrituras, a pessoa boa não é aquela que não gosta de fazer o bem, mas que resiste às dificuldades por uma questão de dever. O homem bom ama a bondade (Miquéias 6.8) e tem prazer na lei do Senhor (Sl 1.2). Mas como um homem desses realizará um ato de bondade desinteressadamente? Quanto melhor ele for, mais alegria terá na obediência.&amp;lt;br&amp;gt;Kant ama quem dá sem interesse. Deus ama quem dá com alegria (2Co 9.7). O cumprimento desinteressado do dever desagrada a Deus. Ele quer que nós tenhamos prazer em fazer o bem, e que o façamos com a confiança de que nossa obediência garante e aumenta nossa alegria em Deus.&amp;lt;br&amp;gt;Ah se eu pudesse expulsar de nossas igrejas a noção de que a virtude exige um cumprimento estóico do dever – a noção de que coisas boas são prometidas como resultado da obediência, mas não como um incentivo a ela. A Bíblia está repleta de promessas que foram anexadas cuidadosamente como resultados não-motivacionais, mas que clara e ousada e hedonisticamente têm o objetivo de motivar nosso comportamento.&amp;lt;br&amp;gt;O que destaca a moralidade bíblica do hedonismo mundano não é que a moralidade bíblica é desinteressada, e sim que ela está interessada em coisas imensamente maiores e mais puras. Eis alguns exemplos:&amp;lt;br&amp;gt;Lucas 6.35 diz, &amp;quot;Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão.&amp;quot; Observem: 1) nós nunca devemos nos motivar por uma exaltação mundana (&amp;quot;expect nothing in return&amp;quot;); mas 2) recebemos força para sofrer a perda em amor, pela promessa de uma recompensa futura.&amp;lt;br&amp;gt;Novamente, em Lucas 14.12-14: &amp;quot;Quando deres um jantar ou uma ceia, não convide os teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem vizinhos ricos; para não suceder que eles, por sua vez, te convidem e sejas recompensado. Antes, ao dares um banquete, convida os pobres... e serás bem-aventurado, pelo fato de não terem eles com que recompensar-te; a tua recompensa, porém, tua a receberás na ressurreição dos justos.&amp;quot; Observem: 1) não façam boas obras pelo lucro mundano; mas 2) façam-nas pelo beneficio espiritual e celeste.&amp;lt;br&amp;gt;Os kantianos, porém, dirão, &amp;quot;Não, não. Esses textos só descrevem que recompensa resultará se você agir desinteressadamente. Eles não nos ensinam a buscarmos a recompensa.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;Duas respostas: 1) É uma pedagogia muito ruim a de dizer, &amp;quot;Tome esta pílula e eu te darei uma moedinha,&amp;quot; se você acha que o desejo pela moedinha vai estragar o ato de tomar a pílula. Mas Jesus era um professor sábio, não um tolo. 2) Ainda mais importante é que existem textos que não só recomendam, mas ordenam que façamos o bem na esperança da benção futura. Lucas 12.33 diz, &amp;quot;Vendei os vossos bens e dai esmola; fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;Aqui a ligação entre o dar esmolas e a posse de um tesouro eterno no céu não é apenas um resultado, mas um objetivo: &amp;quot;Façam seu objetivo ter tesouros no céu, e a forma de fazer isso é vendendo seus bens e dando esmolas.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;E mais uma vez, Lucas 16.9: &amp;quot;das riquezas de origem iníqua fazei amigos; para que, quando aquelas vos faltarem, esses amigos vos recebam nos tabernáculos eternos.&amp;quot; Lucas não diz que o resultado do uso correto dos bens materiais seja receber moradas eternas. Ele diz, &amp;quot;façam seu objetivo garantir uma morada pelo modo com que usam seus bens materiais.&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;Portanto, esses textos são um sonoro “não” para a moralidade kantiana. Não no banco da igreja e não no púlpito. No banco, o próprio coração da pessoa é arrancado da adoração pela idéia de que esta pode ser realizada como um dever. Há duas possíveis atitudes na adoração genuína: prazer em Deus ou arrependimento pela falta desse prazer.&amp;lt;br&amp;gt;Domingo às onze da manhã, Hebreus 11.6 entra em guerra contra Immanuel Kant. &amp;quot;Sem fé é impossível agradar a Deus, porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que se torna galardoador dos que o buscam.&amp;quot; Você não pode agradar a Deus se não for a Ele como um galardoador. Portanto, a adoração que agrada a Deus é a busca hedonista de Deus, em cuja presença há plenitude de alegria e em cuja mão estão delícias perpétuas (Sl 16.11).&amp;lt;br&amp;gt;E no púlpito, irmãos, que diferença fará se nós formos hedonistas cristãos, e não kantianos ordenando o cumprimento do dever!&amp;lt;br&amp;gt;John Broadus foi preciso ao dizer, &amp;quot;O ministro pode legitimamente apelas ao desejo por felicidade e sua contraparte negativa, o medo da infelicidade. Os filósofos que insistem que devemos sempre fazer o que é certo simplesmente porque é certo não são realmente filósofos, pois ou ignoram totalmente a natureza humana ou favorecem meras especulações extravagantes&amp;quot; (Sobre a Preparação e a Entrega de Sermões, p. 117).&amp;lt;br&amp;gt;Como cristãos hedonistas, sabemos que todo ouvinte deseja felicidade. E nós nunca diremos a eles que reprimam esse desejo. Nós os ensinaremos a se fartarem na graça de Deus. Pintaremos a Deus em profusos vermelhos, amarelos e azuis; e pintaremos o inferno com sombras esfumaçadas de cinza e carvão.&amp;lt;br&amp;gt;Nós empenharemos todo nosso esforço no Espírito Santo para persuadir nosso povo de que &amp;quot;o opróbrio de Cristo [é] maior riqueza que os tesouros do Egito&amp;quot; (Hb 11.26); que eles podem ser mais felizes dando que recebendo (Atos 20.35); eles deveriam considerar tudo como perda por causa do insuperável valor de se conhecer a Cristo Jesus, o Senhor deles (Fp 3.8); que o objetivo de todos os mandamentos de Jesus é que a alegria deles possa ser completa (João 15.11); que se eles se alegrarem no Senhor, Ele lhes dará o desejo do coração deles (Sl 37.4); que há grande lucro na piedade com contentamento (1Tm 6.6); e que a alegria do Senhor é a força deles (Ne 8.11).&amp;lt;br&amp;gt;Nós não tentaremos motivar o ministério deles com apelos kantianos ao dever. Mas nós os lembraremos que Jesus suportou a cruz pela alegria posta diante de Si (Hb 12.2), e que Hudson Taylor, ao final de uma vida cheia de sofrimento e provações, disse, &amp;quot;Eu nunca fiz um sacrifício&amp;quot; (Hudson Taylor's Spiritual Secret, p. 30).&amp;lt;br&amp;gt;Retrieved from &amp;quot;http://gospeltranslations.org/wiki/Brothers%2C_Consider_Christian_Hedonism&amp;quot;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 23:15:54 GMT</pubDate>			<dc:creator>Ionabi</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Brothers,_Consider_Christian_Hedonism/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Abundant Love/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Abundant_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Ionabi: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Amor de Complacência &amp;lt;br&amp;gt;'''Eu sua magnífica biografia de Jonathan Edwards, George Marsden cita um trecho da ''Narrativa Pessoal'', de Edwards: “Desde que cheguei a esta cidade [Northampton], eu tenho experimentado freqüentemente uma doce complacência em Deus, em vista das suas gloriosas perfeições, e da excelência de Jesus Cristo. Deus têm se mostrado para mim um ser glorioso e fascinante, por conta de sua santidade. A santidade de Deus sempre me pareceu ser o mais adorável de todos os seus atributos” (p. 112). &amp;lt;br&amp;gt;Se nós considerarmos a linguagem de Edwards e a sua escolha das palavras para descrever seu deleite arrebatador na glória de Deus, observaremos sua ênfase na doçura, na graça e na excelência de Deus. Ele relata desfrutar de uma “doce complacência” em Deus. O que ele quer dizer? O termo complacência não é uma palavra que usamos para descrever certa presunção, um comodismo autoconfiante, um tipo de inércia indolente que resulta de um tipo superficial de satisfação? Talvez. Mas vemos aqui um exemplo claro de como as palavras mudam de significado com o passar do tempo. &amp;lt;br&amp;gt;O que Edwards queria expressar com uma “doce complacência” não tinha nada a ver com uma dose contemporânea de presunção, e sim com uma sensação de prazer. Esse “prazer” não deve ser entendido como uma crassa sensação hedonista ou sensual, mas um deleite naquilo que é supremamente agradável à alma. &amp;lt;br&amp;gt;As raízes desse significado de “complacência” têm origem no Oxford English Dictionary (vol. 3), onde o sentido principal é “o fato ou o estado de se agradar de alguma coisa ou pessoa; o plácido prazer ou a satisfação em algo ou alguém”. As referências citadas para esse uso vêm de John Milton, Richard Baxter, e J. Mason. Este último é citado: “Deus não pode ter complacência verdadeira em ninguém senão naqueles que são como ele”. &amp;lt;br&amp;gt;Eu insisto no uso mais antigo do inglês para a palavra complacência por ser ela usada de forma crucial na linguagem da teologia histórica e ortodoxa. Quando falamos do amor de Deus, fazemos uma distinção entre as três categorias desse amor: o amor de benevolência, o amor de beneficência e o amor de complacência. O motivo da distinção é atentarmos para as diferentes formas pelas quais Deus ama a todas as pessoas, em um sentido, e de forma especial a seu povo, os remidos.&amp;lt;br&amp;gt;'''O Amor de Benevolência'''&amp;lt;br&amp;gt;Benevolência é uma palavra derivada do prefixo latino bene, que significa “bem,” ou “bom,” e é a raiz da palavra vontade. As criaturas que exercitam a faculdade da vontade pela tomada de decisões são chamadas de criaturas volitivas. Ainda que Deus não seja uma criatura, ele é um ser volitivo à medida que tem também a capacidade decisão. &amp;lt;br&amp;gt;Todos nós conhecemos bem o relato de Lucas do nascimento de Jesus, no qual o exército celestial louva a Deus, declarando: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lc 2.8-14, ARC). Ainda que se argumente que a bênção é dada aos homens de boa vontade, o significado principal é o mesmo. O amor de benevolência é a qualidade da boa vontade para com as pessoas. O Novo Testamento está repleto de referências da boa vontade de Deus para com toda a humanidade, mesmo em nossa condição caída. Apesar de satanás ser um ser malévolo (que fomenta má vontade para conosco e para com Deus), nunca se pode dizer devidamente de Deus que Ele é malévolo. Ele não tem malícia em sua pureza, nem malignidade em suas ações. Deus não se “deleita” na morte do ímpio — ainda que a decrete. Seus julgamentos sobre o mal estão fundamentados em Sua justiça, e não em alguma malícia distorcida em Seu caráter. Como um juiz terreno lamenta ao mandar o culpado para o castigo, Deus se alegra na justiça desse ato, mas não tem prazer nenhum na dor dos que são merecidamente punidos. &amp;lt;br&amp;gt;Esse amor de benevolência, ou boa vontade, se estende a todas as pessoas, sem distinção. Nesse sentido, Deus é amoroso até para com os condenados ao inferno.&amp;lt;br&amp;gt;'''O Amor de Beneficência '''&amp;lt;br&amp;gt;Este tipo de amor, o amor de beneficência, está intimamente relacionado ao amor de benevolência. A diferença entre benevolência e beneficência é a mesma que há entre a disposição e a ação. Eu posso me sentir favorável a alguém, mas a minha boa vontade continuará desconhecida até ou a menos que eu a manifeste por alguma ação. Nós freqüentemente associamos beneficência com atos de bondade ou caridade. Notamos aqui que a própria palavra “caridade” é freqüentemente usada como sinônimo de amor. No sentido de beneficência, atos de bondade são atos do amor de beneficência. &amp;lt;br&amp;gt;Jesus enfatizou esse aspecto do amor de Deus no ensino a respeito daqueles que se beneficiam da providência de Deus: “Ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. ’ Eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão havereis?” (Mt 5.43ss. ARC). &amp;lt;br&amp;gt;Nessa passagem, Jesus prescreve a prática do amor para com os inimigos. Percebamos que esse amor não é definido em termos de sentimentos ardentes, vagos ou sanguíneos, mas em termos de comportamento. Neste contexto, amor é mais um verbo que um substantivo. Amar nossos inimigos é sermos amorosos para com eles. E isso envolve fazer-lhes o bem.&amp;lt;br&amp;gt;Sob esse aspecto, o amor que devemos demonstrar é um reflexo do amor de Deus para com seus inimigos. Àqueles que o odeiam e o maldizem, Ele mostra o amor de beneficência. A benevolência (boa vontade) de Deus é demonstrada em sua beneficência (ações benignas). Seu sol e chuva são concedidos igualmente ao justo e ao injusto. &amp;lt;br&amp;gt;Vemos então que o amor benevolente e o amor beneficente de Deus são universais. Eles se estendem a toda a humanidade. &amp;lt;br&amp;gt;Aqui, porém, está a principal diferença entre esses tipos de amor e o amor de complacência de Deus. Seu amor de complacência não é universal, nem incondicional. Tristemente, em nossos dias, o caráter glorioso desse tipo de amor divino é geralmente negado ou obscurecido por uma universalização coletiva do amor de Deus. Declarar indiscriminadamente às pessoas que Deus as ama “incondicionalmente” (sem distinguir com cuidado os tipos diferentes de amor divino) é promover uma falsa sensação de segurança nos ouvintes. &amp;lt;br&amp;gt;O amor de complacência de Deus é o deleite e o prazer especiais que Deus tem primeiramente em seu Filho unigênito. É Cristo o amado do Pai, acima de todos; Ele é o Filho em quem o Pai “se compraz.” &amp;lt;br&amp;gt;Pela adoção em Cristo, cada crente participa desse divino amor de complacência. Esse é o amor desfrutado por Jacó, mas não por Esaú. Esse amor é reservado para os remidos em quem Deus se deleita – não porque haja algo inerentemente amável ou prazeroso em nós – mas porque estamos tão unidos a Cristo, o Amado do Pai, que o amor que o Pai tem pelo Filho é derramado sobre nós. O amor de Deus por nós é agradável e doce para Ele e para nós, como Jonathan Edwards compreendeu tão bem.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 18:05:31 GMT</pubDate>			<dc:creator>Ionabi</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Abundant_Love/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Abundant Love/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Abundant_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Ionabi: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;'''Amor de Complacência &amp;lt;br&amp;gt;'''Eu sua magnífica biografia de Jonathan Edwards, George Marsden cita um trecho da Narrativa Pessoal, de Edwards: “Desde que cheguei a esta cidade [Northampton], eu tenho experimentado freqüentemente uma doce complacência em Deus, em vista das suas gloriosas perfeições, e da excelência de Jesus Cristo. Deus têm se mostrado para mim um ser glorioso e fascinante, por conta de sua santidade. A santidade de Deus sempre me pareceu ser o mais adorável de todos os seus atributos” (p. 112). &amp;lt;br&amp;gt;Se nós considerarmos a linguagem de Edwards e a sua escolha das palavras para descrever seu deleite arrebatador na glória de Deus, observaremos sua ênfase na doçura, na graça e na excelência de Deus. Ele relata desfrutar de uma “doce complacência” em Deus. O que ele quer dizer? O termo complacência não é uma palavra que usamos para descrever certa presunção, um comodismo autoconfiante, um tipo de inércia indolente que resulta de um tipo superficial de satisfação? Talvez. Mas vemos aqui um exemplo claro de como as palavras mudam de significado com o passar do tempo. &amp;lt;br&amp;gt;O que Edwards queria expressar com uma “doce complacência” não tinha nada a ver com uma dose contemporânea de presunção, e sim com uma sensação de prazer. Esse “prazer” não deve ser entendido como uma crassa sensação hedonista ou sensual, mas um deleite naquilo que é supremamente agradável à alma. &amp;lt;br&amp;gt;As raízes desse significado de “complacência” têm origem no Oxford English Dictionary (vol. 3), onde o sentido principal é “o fato ou o estado de se agradar de alguma coisa ou pessoa; o plácido prazer ou a satisfação em algo ou alguém”. As referências citadas para esse uso vêm de John Milton, Richard Baxter, e J. Mason. Este último é citado: “Deus não pode ter complacência verdadeira em ninguém senão naqueles que são como ele”. &amp;lt;br&amp;gt;Eu insisto no uso mais antigo do inglês para a palavra complacência por ser ela usada de forma crucial na linguagem da teologia histórica e ortodoxa. Quando falamos do amor de Deus, fazemos uma distinção entre as três categorias desse amor: o amor de benevolência, o amor de beneficência e o amor de complacência. O motivo da distinção é atentarmos para as diferentes formas pelas quais Deus ama a todas as pessoas, em um sentido, e de forma especial a seu povo, os remidos.&amp;lt;br&amp;gt;'''O Amor de Benevolência'''&amp;lt;br&amp;gt;Benevolência é uma palavra derivada do prefixo latino bene, que significa “bem,” ou “bom,” e é a raiz da palavra vontade. As criaturas que exercitam a faculdade da vontade pela tomada de decisões são chamadas de criaturas volitivas. Ainda que Deus não seja uma criatura, ele é um ser volitivo à medida que tem também a capacidade decisão. &amp;lt;br&amp;gt;Todos nós conhecemos bem o relato de Lucas do nascimento de Jesus, no qual o exército celestial louva a Deus, declarando: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lc 2.8-14, ARC). Ainda que se argumente que a bênção é dada aos homens de boa vontade, o significado principal é o mesmo. O amor de benevolência é a qualidade da boa vontade para com as pessoas. O Novo Testamento está repleto de referências da boa vontade de Deus para com toda a humanidade, mesmo em nossa condição caída. Apesar de satanás ser um ser malévolo (que fomenta má vontade para conosco e para com Deus), nunca se pode dizer devidamente de Deus que Ele é malévolo. Ele não tem malícia em sua pureza, nem malignidade em suas ações. Deus não se “deleita” na morte do ímpio — ainda que a decrete. Seus julgamentos sobre o mal estão fundamentados em Sua justiça, e não em alguma malícia distorcida em Seu caráter. Como um juiz terreno lamenta ao mandar o culpado para o castigo, Deus se alegra na justiça desse ato, mas não tem prazer nenhum na dor dos que são merecidamente punidos. &amp;lt;br&amp;gt;Esse amor de benevolência, ou boa vontade, se estende a todas as pessoas, sem distinção. Nesse sentido, Deus é amoroso até para com os condenados ao inferno.&amp;lt;br&amp;gt;'''O Amor de Beneficência '''&amp;lt;br&amp;gt;Este tipo de amor, o amor de beneficência, está intimamente relacionado ao amor de benevolência. A diferença entre benevolência e beneficência é a mesma que há entre a disposição e a ação. Eu posso me sentir favorável a alguém, mas a minha boa vontade continuará desconhecida até ou a menos que eu a manifeste por alguma ação. Nós freqüentemente associamos beneficência com atos de bondade ou caridade. Notamos aqui que a própria palavra “caridade” é freqüentemente usada como sinônimo de amor. No sentido de beneficência, atos de bondade são atos do amor de beneficência. &amp;lt;br&amp;gt;Jesus enfatizou esse aspecto do amor de Deus no ensino a respeito daqueles que se beneficiam da providência de Deus: “Ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. ’ Eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão havereis?” (Mt 5.43ss. ARC). &amp;lt;br&amp;gt;Nessa passagem, Jesus prescreve a prática do amor para com os inimigos. Percebamos que esse amor não é definido em termos de sentimentos ardentes, vagos ou sanguíneos, mas em termos de comportamento. Neste contexto, amor é mais um verbo que um substantivo. Amar nossos inimigos é sermos amorosos para com eles. E isso envolve fazer-lhes o bem.&amp;lt;br&amp;gt;Sob esse aspecto, o amor que devemos demonstrar é um reflexo do amor de Deus para com seus inimigos. Àqueles que o odeiam e o maldizem, Ele mostra o amor de beneficência. A benevolência (boa vontade) de Deus é demonstrada em sua beneficência (ações benignas). Seu sol e chuva são concedidos igualmente ao justo e ao injusto. &amp;lt;br&amp;gt;Vemos então que o amor benevolente e o amor beneficente de Deus são universais. Eles se estendem a toda a humanidade. &amp;lt;br&amp;gt;Aqui, porém, está a principal diferença entre esses tipos de amor e o amor de complacência de Deus. Seu amor de complacência não é universal, nem incondicional. Tristemente, em nossos dias, o caráter glorioso desse tipo de amor divino é geralmente negado ou obscurecido por uma universalização coletiva do amor de Deus. Declarar indiscriminadamente às pessoas que Deus as ama “incondicionalmente” (sem distinguir com cuidado os tipos diferentes de amor divino) é promover uma falsa sensação de segurança nos ouvintes. &amp;lt;br&amp;gt;O amor de complacência de Deus é o deleite e o prazer especiais que Deus tem primeiramente em seu Filho unigênito. É Cristo o amado do Pai, acima de todos; Ele é o Filho em quem o Pai “se compraz.” &amp;lt;br&amp;gt;Pela adoção em Cristo, cada crente participa desse divino amor de complacência. Esse é o amor desfrutado por Jacó, mas não por Esaú. Esse amor é reservado para os remidos em quem Deus se deleita – não porque haja algo inerentemente amável ou prazeroso em nós – mas porque estamos tão unidos a Cristo, o Amado do Pai, que o amor que o Pai tem pelo Filho é derramado sobre nós. O amor de Deus por nós é agradável e doce para Ele e para nós, como Jonathan Edwards compreendeu tão bem.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 17:58:26 GMT</pubDate>			<dc:creator>Ionabi</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Abundant_Love/pt</comments>		</item>
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			<title>Abundant Love/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Abundant_Love/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Ionabi: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Amor Abundante}}&amp;amp;nbsp;'''Amor Abundante'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''Amor de Complacência &amp;lt;br&amp;gt;'''Eu sua magnífica biografia de Jonathan Edwards, George Marsden cita um trecho da Narrativa Pessoal, de Edwards: “Desde que cheguei a esta cidade [Northampton], eu tenho experimentado freqüentemente uma doce complacência em Deus, em vista das suas gloriosas perfeições, e da excelência de Jesus Cristo. Deus têm se mostrado para mim um ser glorioso e fascinante, por conta de sua santidade. A santidade de Deus sempre me pareceu ser o mais adorável de todos os seus atributos” (p. 112). &amp;lt;br&amp;gt;Se nós considerarmos a linguagem de Edwards e a sua escolha das palavras para descrever seu deleite arrebatador na glória de Deus, observaremos sua ênfase na doçura, na graça e na excelência de Deus. Ele relata desfrutar de uma “doce complacência” em Deus. O que ele quer dizer? O termo complacência não é uma palavra que usamos para descrever certa presunção, um comodismo autoconfiante, um tipo de inércia indolente que resulta de um tipo superficial de satisfação? Talvez. Mas vemos aqui um exemplo claro de como as palavras mudam de significado com o passar do tempo. &amp;lt;br&amp;gt;O que Edwards queria expressar com uma “doce complacência” não tinha nada a ver com uma dose contemporânea de presunção, e sim com uma sensação de prazer. Esse “prazer” não deve ser entendido como uma crassa sensação hedonista ou sensual, mas um deleite naquilo que é supremamente agradável à alma. &amp;lt;br&amp;gt;As raízes desse significado de “complacência” têm origem no Oxford English Dictionary (vol. 3), onde o sentido principal é “o fato ou o estado de se agradar de alguma coisa ou pessoa; o plácido prazer ou a satisfação em algo ou alguém”. As referências citadas para esse uso vêm de John Milton, Richard Baxter, e J. Mason. Este último é citado: “Deus não pode ter complacência verdadeira em ninguém senão naqueles que são como ele”. &amp;lt;br&amp;gt;Eu insisto no uso mais antigo do inglês para a palavra complacência por ser ela usada de forma crucial na linguagem da teologia histórica e ortodoxa. Quando falamos do amor de Deus, fazemos uma distinção entre as três categorias desse amor: o amor de benevolência, o amor de beneficência e o amor de complacência. O motivo da distinção é atentarmos para as diferentes formas pelas quais Deus ama a todas as pessoas, em um sentido, e de forma especial a seu povo, os remidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''O Amor de Benevolência'''&amp;lt;br&amp;gt;Benevolência é uma palavra derivada do prefixo latino bene, que significa “bem,” ou “bom,” e é a raiz da palavra vontade. As criaturas que exercitam a faculdade da vontade pela tomada de decisões são chamadas de criaturas volitivas. Ainda que Deus não seja uma criatura, ele é um ser volitivo à medida que tem também a capacidade decisão. &amp;lt;br&amp;gt;Todos nós conhecemos bem o relato de Lucas do nascimento de Jesus, no qual o exército celestial louva a Deus, declarando: “Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lc 2.8-14, ARC). Ainda que se argumente que a bênção é dada aos homens de boa vontade, o significado principal é o mesmo. O amor de benevolência é a qualidade da boa vontade para com as pessoas. O Novo Testamento está repleto de referências da boa vontade de Deus para com toda a humanidade, mesmo em nossa condição caída. Apesar de satanás ser um ser malévolo (que fomenta má vontade para conosco e para com Deus), nunca se pode dizer devidamente de Deus que Ele é malévolo. Ele não tem malícia em sua pureza, nem malignidade em suas ações. Deus não se “deleita” na morte do ímpio — ainda que a decrete. Seus julgamentos sobre o mal estão fundamentados em Sua justiça, e não em alguma malícia distorcida em Seu caráter. Como um juiz terreno lamenta ao mandar o culpado para o castigo, Deus se alegra na justiça desse ato, mas não tem prazer nenhum na dor dos que são merecidamente punidos. &amp;lt;br&amp;gt;Esse amor de benevolência, ou boa vontade, se estende a todas as pessoas, sem distinção. Nesse sentido, Deus é amoroso até para com os condenados ao inferno.&lt;br /&gt;
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&amp;lt;br&amp;gt;'''O Amor de Beneficência '''&amp;lt;br&amp;gt;Este tipo de amor, o amor de beneficência, está intimamente relacionado ao amor de benevolência. A diferença entre benevolência e beneficência é a mesma que há entre a disposição e a ação. Eu posso me sentir favorável a alguém, mas a minha boa vontade continuará desconhecida até ou a menos que eu a manifeste por alguma ação. Nós freqüentemente associamos beneficência com atos de bondade ou caridade. Notamos aqui que a própria palavra “caridade” é freqüentemente usada como sinônimo de amor. No sentido de beneficência, atos de bondade são atos do amor de beneficência. &amp;lt;br&amp;gt;Jesus enfatizou esse aspecto do amor de Deus no ensino a respeito daqueles que se beneficiam da providência de Deus: “Ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo. ’ Eu, porém, vos digo: amai a vossos inimigos, bendizei os que vos maldizem, fazei o bem aos que vos odeiam, e orai pelos que vos maltratam e vos perseguem; para que sejais filhos do vosso Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons, e a chuva desça sobre justos e injustos. Pois, se amardes os que vos amam, que galardão havereis?” (Mt 5.43ss. ARC). &amp;lt;br&amp;gt;Nessa passagem, Jesus prescreve a prática do amor para com os inimigos. Percebamos que esse amor não é definido em termos de sentimentos ardentes, vagos ou sanguíneos, mas em termos de comportamento. Neste contexto, amor é mais um verbo que um substantivo. Amar nossos inimigos é sermos amorosos para com eles. E isso envolve fazer-lhes o bem.&amp;lt;br&amp;gt;Sob esse aspecto, o amor que devemos demonstrar é um reflexo do amor de Deus para com seus inimigos. Àqueles que o odeiam e o maldizem, Ele mostra o amor de beneficência. A benevolência (boa vontade) de Deus é demonstrada em sua beneficência (ações benignas). Seu sol e chuva são concedidos igualmente ao justo e ao injusto. &amp;lt;br&amp;gt;Vemos então que o amor benevolente e o amor beneficente de Deus são universais. Eles se estendem a toda a humanidade. &amp;lt;br&amp;gt;Aqui, porém, está a principal diferença entre esses tipos de amor e o amor de complacência de Deus. Seu amor de complacência não é universal, nem incondicional. Tristemente, em nossos dias, o caráter glorioso desse tipo de amor divino é geralmente negado ou obscurecido por uma universalização coletiva do amor de Deus. Declarar indiscriminadamente às pessoas que Deus as ama “incondicionalmente” (sem distinguir com cuidado os tipos diferentes de amor divino) é promover uma falsa sensação de segurança nos ouvintes. &amp;lt;br&amp;gt;O amor de complacência de Deus é o deleite e o prazer especiais que Deus tem primeiramente em seu Filho unigênito. É Cristo o amado do Pai, acima de todos; Ele é o Filho em quem o Pai “se compraz.” &amp;lt;br&amp;gt;Pela adoção em Cristo, cada crente participa desse divino amor de complacência. Esse é o amor desfrutado por Jacó, mas não por Esaú. Esse amor é reservado para os remidos em quem Deus se deleita – não porque haja algo inerentemente amável ou prazeroso em nós – mas porque estamos tão unidos a Cristo, o Amado do Pai, que o amor que o Pai tem pelo Filho é derramado sobre nós. O amor de Deus por nós é agradável e doce para Ele e para nós, como Jonathan Edwards compreendeu tão bem.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 17:55:09 GMT</pubDate>			<dc:creator>Ionabi</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Abundant_Love/pt</comments>		</item>
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