<?xml version="1.0"?>
<?xml-stylesheet type="text/css" href="http://www.gospeltranslation.org/w/skins/common/feed.css?239"?>
<rss version="2.0" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
	<channel>
		<title>Gospel Translations - User contributions [en]</title>
		<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Special:Contributions/Maria_Castro</link>
		<description>From Gospel Translations</description>
		<language>en</language>
		<generator>MediaWiki 1.16alpha</generator>
		<lastBuildDate>Thu, 09 Apr 2026 23:54:48 GMT</lastBuildDate>
		<item>
			<title>We Have Come to Worship Him/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/We_Have_Come_to_Worship_Him/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Maria Castro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info|Viemos Adorá-Lo}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Mateus 2:1-12''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. 2 “Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer? - perguntavam. Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo.” 3. Ao ouvir tal coisa, o rei Herodes ficou perturbado e toda a Jerusalém com ele. 4 Reunindo todos os sacerdotes e escribas do povo, perguntou-lhes onde iria nascer o Messias. 5 E eles responderam-lhe: “Em Belém da Judeia; pois assim foi escrito pelo profeta: 6 ‘E TU, BELÉM, TERRA DE JUDÁ, NÃO ÉS DE MODO NENHUM A MENOR ENTRE AS PRINCIPAIS TERRAS DE JUDÁ; PORQUE DE TI SAIRÁ O PRÍNCIPE QUE APASCENTARÁ O MEU POVO ISRAEL.’” Então, secretamente, Herodes mandou chamar os magos e pediu-lhes informações exactas sobre a data em que a estrela lhes havia aparecido. 8 E enviou-os a Belém dizendo: “Ide e informai-vos cuidadosamente do Menino, e quando O encontrardes, vinde comunicar-mo, para que também eu vá adorá-lo.” 9 Depois de ouvir o rei, puseram-se a caminho. E a estrela que tinham visto no Oriente, ia adiante deles, guiando-os, até que parou no local onde estava o Menino. 10 Ao ver a estrela, os magos rejubilaram de alegria 11 e entrando na casa viram o Menino com Maria, Sua mãe. Prostrando-se, adoraram-nO. Depois, abrindo os cofres, presentearam-No com ouro, incenso e mirra. 12 E tendo sido avisados em sonhos a não voltar para junto de Herodes, os magos regressaram à sua terra por outro caminho. Há pelos menos cinco factos na história sobre Cristo e o culto que Mateus quer que saibamos 1) Jesus é o Messias, Rei dos Judeus, e deve ser venerado como tal. 2) Jesus deve ser venerado não só pelos Judeus, mas por todas as nações do mundo, tal como nos mostram estes magos vindos do Oriente. 3) Deus governa o universo para fazer com que o Seu filho seja conhecido e venerado. Este é o grande objectivo - que o Seu filho seja conhecido e venerado. 4) Jesus é um incómodo para aqueles que não querem venerá-lo e causa oposição àqueles que o fazem. 5) Venerar Jesus significa reconhecer alegremente a autoridade e a dignidade de Cristo por meio de oferendas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Conteúdos''' [Ocultar] &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 	1 1. Jesus é o Messias, Rei dos Judeus, e deve ser venerado como tal. &lt;br /&gt;
 	2 2. Jesus deve ser venerado não só pelos Judeus, mas por todas as nações do mundo, tal como nos mostram estes magos vindos do Oriente. &lt;br /&gt;
 	3 3. Deus governa o universo para fazer com que o Seu filho seja conhecido e venerado. Este é o grande objectivo – que o Seu filho seja conhecido e venerado. &lt;br /&gt;
 	4 4. Jesus é um incómodo para aqueles que não querem venerá-lo e causa oposição àqueles que o fazem. &lt;br /&gt;
 	5 5. Venerar Jesus significa reconhecer alegremente a autoridade e a dignidade de Cristo por meio de oferendas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1. Jesus é o Messias, o Rei dos Judeus, e deve ser venerado como tal.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo 2 anuncia claramente sobre quem é de facto esta história: “Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer?” É sobre um bebé recém-nascido cujo destino é ser Rei dos Judeus. Ora, por si só isso não seria grande coisa. Algures na América há hoje provavelmente três ou quatro crianças ou jovens com menos de 18 anos que um dia serão Presidentes dos Estados Unidos. Mas ninguém se preocupa realmente com isso ou se propõe encontrá-los ou venerá-los. Mas o versículo 4 define claramente o que os magos querem dizer com “Rei dos Judeus.” Diz &amp;quot;Reunindo todos os príncipes e escribas do povo, [Herodes] perguntou-lhes onde estava destinado o nascimento do Messias.” Herodes tinha sido denominado “Rei dos Judeus” pelo Senado de Roma há quase 40 anos. Mas ninguém lhe chamava Messias. O Messias é o muito aguardado Príncipe ungido por Deus, cuja lei se sobreporia a todas as outras até ao fim dos tempos e estabeleceria o reino de Deus e nunca morreria ou seria derrotado. Não sabemos como é que os sábios souberam que este rei estava para chegar. Mas é óbvio que Herodes percebeu a mensagem: Estes senhores não procuram um mero e simples sucessor humano como eu. Eles procuram o último Rei, para acabar com todos os reis. E, claro, ao contrário de Ana e Simão em Lucas 2, isso é a última coisa que Herodes quer. Ele nem sequer conhecia as Escrituras que falam sobre o local onde o Messias iria nascer. Por isso, ele pergunta aos escribas, e o texto em que se baseiam é o de Miqueias 5:2,6 “E tu, Belém, terra de Judá, não és de modo nenhum a menor das principais terras de Judá, porque de ti sairá o Príncipe que apascentará o meu povo Israel.” Ora isso também não é nada extraordinário. A razão pelo qual os escribas citaram o texto foi apenas para responder à questão colocada por Herodes: Onde? E a resposta é Belém. Mas, e se Herodes lhes tivesse perguntado “Quem?” Provavelmente leriam Miqueias 5: “(2)As suas origens remontam aos tempos antigos, aos dias do longínquo passado. . . . (4) E Ele aparecerá e conduzirá o Seu rebanho na força do SENHOR, na grandeza do nome do SENHOR Seu Deus. E eles assim permanecerão, pois Ele será grande até aos confins da terra.” Por isso, este rei não é apenas um ser no ventre da sua mãe Maria. “As suas origens remontam aos tempos antigos, aos dias do longínquo passado.” Ou, como diz o Evangelho de João “No princípio existia o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1). E o domínio deste rei não se limitaria a Israel. “Ele será grande até aos confins da terra.” Este é o primeiro facto e é por isso que o culto não lhes sai da cabeça! E isso conduz-nos ao segundo facto neste texto sobre o Messias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. Jesus deve ser venerado não só pelos Judeus, mas por todas as Nações do Mundo, tal como Representadas pelos Magos vindos do Oriente.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Notem que Mateus não faz referência aos pastores que vêm visitar Jesus ao estábulo. A sua atenção vai de imediato para os estrangeiros vindos do oriente para venerar Jesus. Versículo 1: “Tendo Jesus nascido em Belém da Judeia, no tempo do rei Herodes, chegaram a Jerusalém uns magos vindos do Oriente. Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer? – perguntavam” Por isso Mateus, no início e no final do seu Evangelho retrata Jesus como o Messias universal para todas as nações, não apenas para os Judeus Aqui os primeiros seguidores são homens das leis ou astrólogos ou sábios provenientes não de Israel mas do Leste – talvez da Babilónia. Eram gentios. Impuros. E no final do Evangelho de Mateus, as últimas palavras de Jesus são “Foi-Me dado todo o poder no céu e na terra. Ide, pois, e fazei discípulos por todas as nações.” Isto não só abriu as portas para que nós, gentios, exultássemos o Messias, mas também comprovou que ele era o Messias. Porque uma das repetidas profecias era que as nações e os reis aceitá-lo-iam, de facto, como o senhor do mundo. Por exemplo, Isaías 60:3, “As nações caminharão à tua luz e os reis ao resplendor da tua aurora.” Assim, Mateus comprova a messianização de Jesus e mostra que ele é o messias – um Rei e Cumpridor de Promessas – de todas as nações, não só de Israel. Nosso, não apenas dos Judeus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. Deus Governa o Universo para Fazer com que o Seu Filho seja Conhecido e Venerado Este é o Grande Objectivo - que o Seu filho seja Conhecido e Venerado.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Biblia confunde-nos frequentemente na explicação de como certas coisas acontecem. Como é que esta “estrela” levou os magos até Jerusalém? Não diz que os orientou ou seguiu à sua frente. Diz apenas que viram uma estrela no oriente (versículo 2) e vieram a Jerusalém. E como é que a estrela seguiu à frente deles nos cerca de oito quilómetros de percurso de Jerusalém até Belém, como o versículo 9 diz que fez? E como é que uma estrela fica “por cima do lugar onde a Criança estava”? A resposta é: Não sabemos. Há inúmeras tentativas para explicá-lo em termos de conjunção de planetas ou cometas ou super novas ou luzes miraculosas. Pura e simplesmente não sabemos. E quero exortar-vos para que não vos preocupeis com teorias que são meras experiências e cujo significado espiritual é diminuto. Arrisco cair em lugares comuns ao avisar-vos: As pessoas que pensam e se preocupam com coisas do género como é que a estrela fez aquilo, como é que o Mar Vermelho se apartou, como é que o maná surgiu, como é que Jonas multiplicou os peixes e como é que a lua se transformou em sangue, são, de um modo geral, pessoas que têm aquilo a que eu chamo uma mentalidade para o acessório. Não vedes neles uma profunda estima pela grandeza dos assuntos centrais do evangelho – a santidade de Deus, a fealdade do pecado, a impotência do Homem perante os desígnios da vida, a morte de Cristo, a justificação da fé, o trabalho santificador do Espírito, a glória do regresso de Cristo e o julgamento final. Tentam sempre desviar-vos com um novo artigo ou filme ou livro. Há pouca satisfação pessoal. Mas o que é indiscutível relativamente a este assunto da estrela é que ela faz algo que não consegue fazer sozinha: guia os magos até ao Filho de Deus para que o venerem. Em termos Bíblicos, há apenas uma Pessoa que pode estar por detrás dessa intencionalidade nas estrelas – o próprio Deus. A lição é, assim, óbvia: Deus guia os estrangeiros até Cristo para que o venerem. E ele fá-lo exercendo um poder e uma influência global – provavelmente até universal – para que isso se cumpra. Lucas mostra Deus influenciando todo o Império Romano para que o recenseamento surja no momento exacto em que a virgem está a caminho de Belém, cumprindo a profecia do nascimento. Mateus mostra Deus influenciando as estrelas no céu para que levem os magos a Belém de modo a poderem venerá-lo. Este é o desígnio de Deus. Ele fê-lo nessa altura. Ele continua a fazê-lo agora. O seu objectivo é que as nações – todas as nações (Mateus 24:14) – venerem o seu Filho. Esta é a vontade de Deus para todos os que estão a trabalhar no vosso escritório, na vizinhança e em casa. Tal como diz João 4:23 “Esses são os que Deus procura para o venerar.” No início do evangelho de Mateus temos ainda um estilo “vinde-olhai”. Mas no final, o estilo é “ide-espalhai”. Os magos vieram e viram. De nós espera-se que partamos e espalhemos. Mas o que não é diferente é o propósito de Deus em reunir as nações na veneração ao seu Filho. O enaltecimento de Cristo através da devoção veemente de todas as nações, a razão pela qual o mundo existe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4. Jesus é um Incómodo para Aqueles que não Querem Venerá-Lo e causa Oposição Àqueles que o Fazem.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este não é provavelmente um tema principal para Mateus, mas com o desenrolar da história torna-se incontornável. Nesta história há dois tipos de pessoas que não querem venerar Jesus, o Messias. O primeiro é o tipo de pessoas que simplesmente não faz nada relativamente a Cristo. Ele é algo inexistente nas suas vidas. Este grupo é representado pelos sacerdotes e escribas. Versículo 4: “Reunindo todos os príncipes e escribas do povo, [Herodes] perguntou-lhes onde estava destinado o nascimento do Messias.&amp;quot; O silêncio absoluto e a passividade dos líderes são constrangedores perante a magnitude do que estava a acontecer. E reparem, o versículo 3 diz: “Ao ouvir tal coisa, o rei Herodes ficou perturbado e toda a Jerusalém com ele.” Por outras palavras, circulava o rumor de que alguém pensava que tinha nascido o Messias. A passividade por parte dos sacerdotes é desconcertante – porque não ir com os Magos? Não estão interessados. Não querem venerar o verdadeiro Deus. O segundo tipo de pessoas que não quer venerar Jesus é o dos que se sentem profundamente ameaçados por ele. Nesta história é Herodes. Ele está mesmo com medo. Tanto medo que inventa ardis e mentiras e, depois, comete assassínios em massa só para se ver livre de Jesus. Por isso, hoje estes dois tipos de oposição virar-se-ão contra Cristo e os seus seguidores. Indiferença e hostilidade. Estais num desses dois grupos? Que este Natal seja o momento em que mudam de opinião sobre o Messias e meditem no que significa venerá-lo. Deixem-me terminar com isto, o quinto facto nesta história. O que é venerar neste texto? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5. Venerar Jesus Significa Reconhecer Alegremente a Autoridade e a Dignidade de Cristo por meio de Oferendas.''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há quatro exemplos para a definição de venerar e todas elas são ensinadas neste texto. Primeiro, vejo os magos reconhecendo a autoridade de Cristo ao chamar-lhe “Rei dos Judeus” no versículo 2: “Onde está o Rei dos Judeus que acaba de nascer?&amp;quot; Segundo, vejo os magos reconhecendo-lhe a dignidade ao prostrarem-se diante dele no versículo 11: “e entrando na casa viram o Menino com Maria, Sua mãe. Prostrando-se, adoraram-nO.” Prostrar-se é o que fazeis para dizer a alguém: Vós sois superior e eu sou inferior. Vós sois um alto dignatário e eu, por comparação, de condição humilde. Terceiro, vejo a alegria no reconhecimento da autoridade e da dignidade no versículo 10: “Ao ver a estrela, os magos rejubilaram de alegria.” Ora, esta é a quarta maneira de dizer que eles rejubilaram. Teria sido suficiente terem dito que ficaram contentes. Mais ainda, ficaram muito contentes. Mais ainda, ficaram deveras contentes. E mais ainda dizer que eles rejubilaram de alegria. E esta alegria era de quê? - eles iam visitar o Messias. Estavam quase lá. Não consigo evitar a sensação de que a verdadeira veneração não é apenas reconhecer a autoridade e a dignidade em Cristo; é fazê-lo alegremente. É fazê-lo porque vieste ver algo é tão desejável que estar perto de Cristo para lhe reconhecer pessoalmente a autoridade e a dignidade é irresistivelmente forte. E a quarta parte da definição de venerar tem a ver com o nosso reconhecimento através de oferendas. Venerar Jesus significa reconhecer a autoridade e dignidade de Cristo através de oferendas. Ora, com estas explicações sobre a veneração aprendemos que Deus não é servido por mãos humanas como se precisasse de algo (Actos dos Apóstolos 17:25). Assim, os presentes dos magos não foram oferecidos como forma de assistência ou ajuda. Iria desonrar um monarca se os visitantes estrangeiros aparecessem com pacotes-ajuda reais. Nem são estes presentes para ser encarados como suborno. Deuteronómio 10:17 diz que Deus não aceita subornos. Ora, o que querem então eles dizer? Como são eles venerados? Os presentes são intensificadores do desejo pelo próprio Cristo, tal como o é jejuar. Ao oferecer um presente destes a Cristo, está a dizer “A alegria que eu busco (versículo 10!) não é a esperança de ficar rico à tua custa. Não vim ter contigo pelo que possuis, mas por ti próprio. E é este desejo que eu agora intensifico e demonstro ao desfazer-me dos meus pertences, na esperança de tirar maior prazer de ti e não das coisas. Ao dar-te o que não precisas, e aquilo que eu poderia gostar, digo, de forma séria e autêntica: 'Tu és o meu tesouro, aquelas coisas não.’ Penso que é isso que significa venerar Deus através de presentes em ouro, incenso e mirra. E assim possa Deus aceitar a verdade deste texto e acordar em nós o desejo pelo próprio Cristo. Que possamos dizer do fundo do coração “Senhor Jesus tu és o Messias, o Rei de Israel. Todas as nações virão prostrar-se a teus pés. Deus governa o mundo para ver-te venerado. Portanto, qualquer que seja a oposição que eu encontre, eu alegremente reconheço a autoridade e dignidade que há em ti e trago os meus presentes para dizer que só tu, e não estas coisas, pode satisfazer o meu coração.”&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 26 Mar 2009 22:08:09 GMT</pubDate>			<dc:creator>Maria Castro</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:We_Have_Come_to_Worship_Him/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Pastor's Pride and Joy/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/A_Pastor%27s_Pride_and_Joy/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Maria Castro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info|O orgulho e a alegria de um Pastor}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Estou tão orgulhoso de vós,” disse o pastor aos seus filhos. “Portaram-se bem. Estou tão orgulhoso de ser vosso pai.” Comparai esta afirmação com as palavras de outro pai dirigindo-se ao seu filho especial: “És o Meu Filho muito amado; em Ti pus todo o Meu enlevo” (Lucas 3:22). Há alguma diferença? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Creio haver toda a diferença do mundo. Inconscientemente o pastor ensina aos seus filhos que o orgulho é bom – “O vosso objectivo na vida é fazer de mim um papá orgulhoso.” Mas Deus elogia o Senhor Jesus Cristo pois Ele trouxe alegria ao Seu Pai – o Seu objectivo principal foi e continua a ser glorificar Deus e desfrutar da sua companhia para sempre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguma vez dissestes aos vossos filhos que eles vos tinham feito ficar orgulhosos? O que dizeis depois de ter acabado a peça de teatro na escola? Ou após o golo no jogo de futebol? Ou a pirueta perfeita na aula de dança? Por algum momento deixais escapar a palavra “O”? Este tipo de linguagem tem origem em padrões culturais de discurso e de pensamento transpostos indiscriminadamente para o vocabulário e pensamento daqueles que têm a obrigação de ser os fiéis. Dizemos isto, porque, no fundo, queremos que os nossos filhos tenham uma boa auto-estima, não é? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pastores também dizem este tipo de coisas aos seus outros filhos – o seu orgulho e alegria espirituais, a igreja. O apóstolo João adorava esta metáfora, referindo-se frequentemente ao seu povo muito amado como “filhinhos”. Por momentos pensei que era apenas uma forma original e refinada de revelar afecto, mas agora vejo que é deveras descritiva. Porquê? Porque as igrejas não são moldadas do mesmo modo que as crianças carentes; as pessoas agem frequentemente em sintonia com este papel. Demasiados Cristãos agem como criancinhas que precisam ser disciplinadas e, por vezes, pior do que isso. As igrejas precisam de amadurecer o significado que atribuem à humildade e à alegria que delas advém. Sim, a alegria que advém da humildade enquanto orgulho está condenada à morte. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O orgulho destrói os pastores e as igrejas mais do que qualquer outra coisa. É mais pérfido na igreja do que o radão nas casas. Pastores arrogantes seguindo o moinho evangélico tentam levar pessoas presunçosas (frequentemente sem se aperceberem) para onde elas não querem ir. A força irresistível da auto-valorização encontra o objecto inamovível da “auto-determinação”. O líder age como se o ministério nada fosse sem ele e o paroquiano medita em como era melhor a vida antes da vinda deste pastor. O orgulho vezes o orgulho faz convergir a sua força na destruição devastadora da alma dos homens. Já o vimos em acção. Os homens não se apoiam na humildade quando é preciso agir com amável deferência. Mais uma vez a Palavra de Deus se revela verdadeira:”O orgulho só traz porfia, mas a sabedoria está com os prudentes” (Prov. 13:10) Vedes a porfia? O orgulho está presente algures. Quando vemos o rosto da vaidade, a sabedoria é a nossa grande necessidade. Não prometeu Deus esta sabedoria àqueles que a pediram? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os homens não gostam de admitir as suas faltas, nem confessar os seus pecados. Sou culpado em ambos os casos. Quanto mais cedo admitirmos e confessarmos, mais depressa podemos lidar com o nosso orgulho. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A taxonomia do problema é esta: pressuposto – todos são pecadores. Com base numa análise mais aprofundada, descobrimos que os pecadores se enquadram em duas categorias distintas: aqueles que admitem o seu pecado e os que não o fazem. Aqueles que admitem ser pecadores enquadram-se em duas outras categorias: aqueles que fazem algo por isso e os que não fazem nada. Apenas aqueles que, perante Deus, lidam verdadeiramente com a necessidade extrema da sua alma podem deixar o pecado. Apenas aqueles que na sua humildade admitem o pecado e vêem a sua necessidade não são hipócritas. Mas estes são aves raras nos nossos dias. Eles professam a verdade e vivem de acordo com a sua proclamação. Admitem que são pecadores e rogam a Deus pela Sua Graça a possibilidade de, por meio de Deus, deixar o pecado. Todos os outros usam máscaras de auto-ilusão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olha para ti. Procuras conhecer e lidar com o teu pecado ou esconde-lo? Pensa nestas palavras retiradas do livro da sabedoria, “Aquele que esconder os seus pecados não prosperará, mas todo aquele que os confessar e a eles renunciar terá a misericórdia” (Prov. 28:13). As pessoas questionam-se porque é que não vêem vitalidade espiritual nas suas vidas. Não deviam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Frequentemente escondem um pecado preferido quando deviam renunciá-lo até este estar extinto. A mortificação (a arte de matar o pecado) ainda é uma ideia bíblica. Não há pecados secretos. Deus tem conhecimento de tudo. Isto pode surpreender-vos, mas não se pode enganar um ser omnisciente. Ele sabe o que guardamos nos nossos corações e nas nossas mentes. Só esse facto devia tornar-nos humildes enquanto pecadores necessitados da sua graça. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precisamos expurgar o desejo de o nosso orgulho ser agradável ou, de alguma forma agradar o orgulho dos outros. Dizei aos vossos filhos que estais contentes por eles quando vos mostram o resultado da piedade. Dizei aos vossos alunos que eles vos trazem alegria. Pastores, dizei às vossas ovelhas que não faz mal admitir que são pecadores necessitados de graça. Depois, exortai-os na graça de Cristo, que consegue instruir e tornar humildes os nossos corações arrogantes. É o caminho dos prudentes. “Quando o orgulho aparece, atrás vem a vergonha; mas com os humildes está a sabedoria” (Prov. 11:2).&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 11:02:18 GMT</pubDate>			<dc:creator>Maria Castro</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:A_Pastor%27s_Pride_and_Joy/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Letter for Noel on Her Birthday/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Letter_for_Noel_on_Her_Birthday/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Maria Castro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Info|Carta para Noël no dia do seu aniversário}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''27 de Dezembro é o dia de aniversário de Noël Piper. Nesta carta aberta, o marido John celebra a dádiva do seu apoio.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Querida Noël, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parabéns, Noël. O teu nome sustenta a tua hora. Nasceste dois dias depois do Natal. Quando em 1947 o teu pai, algures pelo mundo ao serviço da Marinha, recebeu o telegrama a informar que Noël Francis Henry tinha nascido, enviou um telegrama de volta a perguntar: “Rapaz ou rapariga?” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o primeiro dia em que te vi, no verão de 1966, nunca tive dúvidas. Tudo em mim dizia: Rapariga! Agora, 38 anos de casamento acabados de celebrar (21 de Dezembro), estou profundamente agradecido por teres sido e continuares a ser mulher. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse era o primeiro critério para ter uma esposa – ser mulher. O segundo era: Ela venerar Jesus Cristo. O terceiro era gostar de mim. O quarto era estar disposta a ir para onde quer que Deus nos chamasse. (Lembras-te da conversa que tivemos no sofá do teu apartamento, no primeiro verão, em que enumerei todos os lugares difíceis de que me conseguia lembrar e tu disseste Sim? Eu nem te tinha ainda pedido em casamento.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De facto, uma das coisas que continuo a gostar em ti até hoje é o teu empenho em ir para qualquer lado e fazer qualquer coisa independentemente das circunstâncias, desde que sob a orientação de Cristo. Uma das tuas frases mais famosas, perto de Belém, foi quando, num Domingo à tarde após o almoço, me senti tão desencorajado que pus as mãos no rosto e disse: “Acho que devemos ir para África.” E tu, do quarto e sem hesitar, disseste: &amp;quot;Diz-me quando devo fazer as malas.&amp;quot; Fantástico! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que dádiva que tu és para mim! Espero que não te importes que eu me vanglorie por obter presentes no teu aniversário. Todos os Hedonistas Cristãos sabem que quando eu exulto sobre ti como dádiva no teu aniversário ''tu'' és louvada! Sou feliz por fazê-lo assim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, hoje celebro a bênção do teu apoio sólido e protector, camada sobre camada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Apoiaste-me na minha fé. Quando mergulhei na falta de coragem, nunca vacilaste, mantiveste-te firme. Orientaste-me para o nosso soberano Rei uma e outra vez. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Apoiaste-me na teologia, desbravando os lugares obscuros e ficando, no fim, onde eu fico, satisfeita por exultar comigo a boa-nova a nós, pecadores da divina graça de Deus. Oh, que todos possam ver como isso é precioso! Fiel a nós pela ''sua'' alma, mas não nosso. Nada mais sólido e certo! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Apoiaste-me no trabalho e na verdade mas não de forma alguma bajuladora ou auto-inflamada. És particularmente imune a John Piper. Um sólido refúgio em estado puro e ''ali'' para ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Apoiaste-me na gestão da casa com quatro filhos pequenos, agora adultos, e uma filha fora de tempo ainda na fase de crescimento. Só uma mãe consegue saber o que custa ao coração e ao corpo estar sempre presente para as crianças. Mas eu tenho consciência disso. E não o tenho como dado adquirido. Não deve ser deixado por louvar. O preço foi elevado. Os nossos filhos não são perfeitos, mas são fortes com a tua força e isso deixa-me contente. Que a Talitha possa dar essa força ao seu homem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Apoiaste-me tal como fez a noiva da Canção de Salomão – dando-me mais prazeres do que aqueles que eu poderia alguma ver merecer, e despertando em mim a esperança de que o paraíso, que tem de ser melhor embora lá não haja casamento, será indescritivelmente bom. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
• Apoiaste-me no chamamento invulgar que Deus me fez – privado (porque eu escrevo), público (porque eu prego) controverso (porque tomo algumas posições impopulares). Em privado proteges-me, em público apoias-me, na controvérsia ajudas-me a manter o rumo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando estivemos juntos em Red Wing, pela altura do nosso aniversário há dois dias atrás, disse-te, e fi-lo com intenção (algo em que sempre acreditaste): Todos estes anos juntos e ainda agora, só tenho olhos para ti – até na minha mente. Tu disseste: “Esse é um bom presente de aniversário.” Transformei-o num poema. É a renovação de um voto: Só tu, Noël. Só tu, até que a morte nos separe. Amo-te. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Johnny &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somente para Ti &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dezembro,2006&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de poder &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas a dor sentir, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Job prometeu: “Verdadeiro vou ser” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Garantiu ele. “Se for para ganhar &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou perder o mundo, os olhos não usarei &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na procura de uma dama, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem a mente deixarei &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Espreitar ou ansiar pelo prémio que te trama.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E assim ele amou a esposa com todo o coração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu o mesmo fiz, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas não na imitação, tal é a obsessão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que o acto prediz &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao querer mais, e a isso dizendo Não. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim não acontecia, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois se boa é a lágrima que dos olhos cai, a alegria &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dos olhos que não se desviarão &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É maior. Não é sequer a alegria que cede &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob o peso da aflição, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes aguenta como o aço e nunca treme &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sob um mundo de tensão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é a profunda obediência dos meus olhos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da minha mente e do meu coração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é talhada pelo poder da vontade que tenta &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com esforço a separação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Do fogo alheio. É para mim e para ti &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dom. Verdadeiro serei, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que Deus me ajude. Nunca olharei &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Senão para ti.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sun, 21 Dec 2008 11:20:07 GMT</pubDate>			<dc:creator>Maria Castro</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Letter_for_Noel_on_Her_Birthday/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Letter for Noël on Her Birthday</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</link>
			<description>&lt;p&gt;Maria Castro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{Languages/PT}}&amp;lt;blockquote&amp;gt;''27 de Dezembro é o dia de aniversário de Noel Piper. Nesta carta aberta, o marido John celebra a dádiva do seu apoio.''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Querida Noel, &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Parabéns, Noel. O teu nome sustenta a tua hora. Nasceste dois dias depois do Natal. Quando em 1947 o teu pai, algures pelo mundo ao serviço da Marinha, recebeu o telegrama a informar que Noel Francis Henry tinha nascido,&amp;amp;nbsp;enviou um telegrama de volta a perguntar: &amp;quot;Rapaz ou rapariga?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o primeiro dia em que te vi, no Verão&amp;amp;nbsp;de 1966,&amp;amp;nbsp;nunca me pus essa questão. Tudo em mim dizia, Rapariga! Agora, 38 anos de casamento acabados de celebrar (21 de Dezembro), estou profundamente agradecido por teres sido e continuares a ser maravilhosamente mulher. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse era o primeiro critério para uma esposa—ser mulher. O segundo era: estimar Jesus Cristo. O terceiro era gostar de mim. O quarto era estar disposta a ir para onde quer que Deus nos chamasse. (Lembras-te da conversa que tivemos no sofá do teu apartamento, no primeiro Verão em que&amp;amp;nbsp;eu enumerei todos os lugares difíceis de que me conseguia lembrar e tu disseste Sim? Eu nem te tinha ainda pedido em casamento.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De facto, uma das coisas que continuo a gostar em ti até hoje é o teu empenho em ir para qualquer lado e fazer qualquer coisa independentemente das circunstâncias, desde que seja sob a orientação de Cristo. Uma das tuas frases mais famosas, perto de Belém, foi quando me senti tão desencorajado num Domingo à tarde depois da missa, após o almoço, em que pus as mãos no rosto e disse “Acho que devemos ir para África.” E tu do quarto, sem hesitar, disseste, “Diz-me quando devo fazer as malas.” Fantástico! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que dádiva que tu és para mim! Espero que não te incomode a minha satisfação em &amp;lt;span style=&amp;quot;font-style: italic;&amp;quot;&amp;gt;obter&amp;lt;/span&amp;gt; dádivas no dia do teu aniversário. Todos os Cristãos Hedonistas sabem que quando eu te glorifico enquanto dádiva no teu aniversário,&amp;lt;span style=&amp;quot;font-style: italic;&amp;quot;&amp;gt; tu&amp;lt;/span&amp;gt; és louvada! Sou feliz por fazê-lo assim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, hoje celebro a bênção do teu ''apoio sólido e protector'', camada sobre camada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Apoiaste-me na minha fé. Quando&amp;amp;nbsp;vacilei&amp;amp;nbsp;perante o desânimo, tu nunca te deixaste ir abaixo, mantiveste-te firme. Orientaste-me para o nosso soberano Rei, uma e outra vez. &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me na teologia, desbravando os lugares obscuros e ficando,&amp;amp;nbsp;por fim, onde eu fico; contente por exultar comigo a boa-nova&amp;amp;nbsp; a nós pecadores na Divina Graça de Deus. Oh, que todos possam ver como é precioso! Fiel a nós para &amp;lt;span style=&amp;quot;font-style: italic;&amp;quot;&amp;gt;seu&amp;lt;/span&amp;gt; bem, não sendo nosso. Nada mais sólido e certo! &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me no trabalho e na verdade, mas nunca de modo bajulador ou auto-inflamado. És particularmente imune a John Piper. És apenas um sólido refúgio e ''ali ''para ele. &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me na gestão da casa com quatro filhos pequenos, agora crescidos e uma filha nascida fora de tempo, ainda em crescimento. Só uma mãe pode saber o que custa ao coração e ao corpo estar sempre presente para as crianças. Mas eu tenho consciência disso e não o tenho como dado adquirido. É algo que deve ser louvado. O preço foi elevado. Os nossos filhos não são perfeitos, mas são fortes com a tua força e isso deixa-me contente. Que a Talitha possa dar essa força ao seu homem.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me tal como o fez a noiva da Canção de Salomão—dando-me mais prazeres do que aqueles que eu poderia alguma vez merecer e acalentando em mim esperanças de que o paraíso, que tem de ser melhor embora lá não haja casamento, será indescritivelmente bom. &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me no pedido invulgar que Deus me fez —privado (porque eu escrevo), público (porque eu prego) e controverso (porque eu tomo algumas posições impopulares). Em privado proteges-me, em público apoias-me, na controvérsia ajudas-me a manter o rumo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando estivemos juntos em Red Wing, pela altura do nosso aniversário há dois dias atrás, disse-te sentidamente (uma frase em que sempre acreditaste):Todos estes anos juntos e mesmo agora, só tenho olhos para ti - até na minha mente. Disseste-me; &amp;quot;Esse é um bom presente de aniversário.&amp;quot; E eu transformei-o num poema. É um voto renovado: Só tu, Noel. Só tu, até que a morte nos separe. Amo-te &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Johnny &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;Somente Para Ti&amp;lt;br&amp;gt;Dezembro, 2006&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Antes de poder&amp;lt;br&amp;gt;Apenas a dor experimentar,&amp;lt;br&amp;gt;Job prometeu: “Verdadeiro vou ser,”&amp;lt;br&amp;gt;Garantiu ele. “Se for para ganhar&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ou perder o mundo, os olhos não usarei&amp;lt;br&amp;gt;Na procura de uma dama,&amp;lt;br&amp;gt;Nem a mente deixarei&amp;lt;br&amp;gt;Espreitar ou ansiar pelo prémio que te trama.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;E assim ele amou a esposa com todo o coração.&amp;lt;br&amp;gt;E eu o mesmo fiz,&amp;lt;br&amp;gt;Mas não na imitação, tal é a obsessão&amp;lt;br&amp;gt;Que o acto prediz&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Ao querer mais, e a isso dizendo Não.&amp;lt;br&amp;gt;Assim não acontecia,&amp;lt;br&amp;gt;Pois se boa é a lágrima que dos olhos cai, a alegria&amp;lt;br&amp;gt;Do olhos que não se desviarão&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;É melhor. Não é sequer a alegria que cede&amp;lt;br&amp;gt;Sob o peso da aflição&amp;lt;br&amp;gt;Antes aguenta como o aço e não treme&amp;lt;br&amp;gt;Sob um mundo de tensão.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Esta é a profunda obediência dos meus olhos&amp;lt;br&amp;gt;Da minha mente e do meu coração.&amp;lt;br&amp;gt;Não é talhada pelos trabalhos&amp;lt;br&amp;gt;Que forçam a separação&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Da tentação alheia. É para mim e para ti&amp;lt;br&amp;gt;Um dom. Verdadeiro serei,&amp;lt;br&amp;gt;Que Deus me ajude. Pois nunca verei&amp;lt;br&amp;gt;Senão a ti. &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
[[Category:Top_priority]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 17:43:04 GMT</pubDate>			<dc:creator>Maria Castro</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</comments>		</item>
		<item>
			<title>Letter for Noël on Her Birthday</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</link>
			<description>&lt;p&gt;Maria Castro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{InProcess}}&amp;lt;blockquote&amp;gt;''27 de Dezembro é o dia de aniversário de Noel Piper. Nesta carta aberta, o marido John celebra a dádiva do seu apoio.''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Querida Noel, &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
Parabéns, Noel. O teu nome sustenta a tua hora. Nasceste dois dias depois do Natal. Quando, em 1947, o teu pai, algures pelo mundo ao serviço da Marinha, recebeu o telegrama a informar que Noel Francis Henry tinha nascido,&amp;amp;nbsp;enviou um telegrama de volta a perguntar: &amp;quot;Rapaz ou rapariga?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o primeiro dia em que te vi, no verão&amp;amp;nbsp;de 1966,&amp;amp;nbsp;nunca me pus essa questão. Tudo em mim dizia, Rapariga! Agora, 38 anos de casamento acabados de celebrar (21 de Dezembro), estou profundamente agradecido por teres sido e continuares a ser maravilhosamente mulher. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse era o primeiro critério para uma esposa—ser mulher. O segundo era: estimar Jesus Cristo. O terceiro era gostar de mim. O quarto era estar disposta a ir para onde quer que Deus nos chamasse. (Lembras-te da conversa que tivemos no sofá do teu apartamento, no primeiro verão em que&amp;amp;nbsp;eu enumerei todos os lugares difíceis de que me conseguia lembrar e tu disseste Sim? Eu nem te tinha ainda pedido em casamento.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De facto, uma das coisas que continuo a gostar em ti até hoje é o teu empenho em ir para qualquer lado e fazer qualquer coisa independentemente das circunstâncias, desde que seja sob a orientação de Cristo. Uma das tuas frases mais famosas perto de Belém foi quando me senti tão desencorajado num Domingo à tarde depois da missa, após o almoço, em que pus as mãos no rosto e disse “Acho que devemos ir para África.” E tu do quarto, sem hesitar, disseste, “Diz-me quando devo fazer as malas.” Fantástico! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que dádiva que tu és para mim! I hope you don’t mind my glorying in ''getting'' gifts on your birthday. All Christian Hedonists know that when I exult in you as a gift on your birthday ''you'' get the honor! I am happy to have it so. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, hoje celebro a bênção do teu ''apoio sólido e protector'', camada sobre camada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Apoiaste-me na minha fé. Quando&amp;amp;nbsp;vacilei&amp;amp;nbsp;perante o desânimo, tu nunca te deixaste ir abaixo, mantiveste-te firme. Orientaste-me para o nosso soberano Rei, uma e outra vez. &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me na teologia, desbravando os lugares obscuros e ficando,&amp;amp;nbsp;por fim, onde eu fico; contente por exultar comigo a boa-nova&amp;amp;nbsp; a nós pecadores na Divina Graça de Deus. Oh, that all could see how precious it is! Faithful to us for ''his'' sake, not finally ours. Nothing more solid and sure! &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me no trabalho e na verdade, mas nunca de modo bajulador ou auto-inflamado. És particularmente imune a John Piper. És apenas rocha um sólido refúgio e ''ali ''para ele. &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me na gestão da casa com quatro filhos pequenos, agora crescidos e uma filha nascida fora de tempo, ainda em crescimento. Só uma mãe pode saber o que custa ao coração e ao corpo estar sempre presente para as crianças. Mas eu tenho consciência disso e não o tenho como dado adquirido. É algo que deve ser louvado. O preço foi elevado. Os nossos filhos não são perfeitos, mas são fortes com a tua força e isso deixa-me contente. Que a Talitha possa dar essa força ao seu homem.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
*Apoiaste-me tal como o fez a noiva da Canção de Salomão—dando-me mais prazeres do que aqueles que eu poderia alguma vez merecer e acalentando em mim esperanças de que o paraíso, que tem de ser melhor embora lá não haja casamento, será indescritivelmente bom. &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me no pedido invulgar que Deus me fez —privado (porque eu escrevo), público (porque eu prego) e controverso (porque eu tomo algumas posições impopulares). Em privado proteges-me, em público apoias-me, na controvérsia ajudas-me a manter o rumo.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando estivemos juntos em Red Wing, pela altura do nosso aniversário há dois dias atrás, disse-te sentidamente (uma frase em que sempre acreditaste):Todos estes anos juntos e mesmo agora, só tenho olhos para ti - até na minha mente. Disseste-me; &amp;quot;Esse é um bom presente de aniversário.&amp;quot; E eu transformei-o num poema. É um voto renovado: Só tu, Noel. Só tu, até que a morte nos separe. Amo-te &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Johnny &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;For None But You&amp;lt;br&amp;gt;December, 2006&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Before his boils made him unable to&amp;lt;br&amp;gt;Feel anything but pain,&amp;lt;br&amp;gt;Job made a covenant: “I will be true,”&amp;lt;br&amp;gt;He pledged. “If I should gain&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Or lose the world, I will not use my eyes&amp;lt;br&amp;gt;To look upon a maid,&amp;lt;br&amp;gt;Nor let my mind spy or pursue a prize&amp;lt;br&amp;gt;By which you are betrayed.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;And thus he loved his wife with all his heart.&amp;lt;br&amp;gt;And I have done the same,&amp;lt;br&amp;gt;But not to imitate, as though the art&amp;lt;br&amp;gt;Of such obsession came&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;By wanting more, and saying No to this.&amp;lt;br&amp;gt;It has not been that way,&amp;lt;br&amp;gt;Though tearing out the eye is good, the bliss&amp;lt;br&amp;gt;Of eyes that will not stray&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Is best. Nor do I mean such bliss that breaks&amp;lt;br&amp;gt;Beneath the weight of pain,&amp;lt;br&amp;gt;But ever holds like steel and never shakes&amp;lt;br&amp;gt;Beneath a world of strain.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;This is the deep allegiance of my eyes&amp;lt;br&amp;gt;And of my mind and heart.&amp;lt;br&amp;gt;It is not wrought by pow’r of will that tries&amp;lt;br&amp;gt;With effort to depart&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;From foreign fire. It is a gift to me&amp;lt;br&amp;gt;And you. I will be true,&amp;lt;br&amp;gt;So help me God. These eyes will never be&amp;lt;br&amp;gt;For anyone but you. &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
[[Category:Top_priority]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sat, 22 Nov 2008 16:05:01 GMT</pubDate>			<dc:creator>Maria Castro</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</comments>		</item>
		<item>
			<title>Letter for Noël on Her Birthday</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</link>
			<description>&lt;p&gt;Maria Castro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{InProcess}}&amp;lt;blockquote&amp;gt;''27 de Dezembro é o dia de aniversário de Noel Piper. Nesta carta aberta, o marido John celebra a dádiva do seu apoio.''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Querida Noel, &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parabéns, Noel. O teu nome sustenta a tua hora. Nasceste dois dias depois do Natal. Quando, em 1947, o teu pai, algures pelo mundo ao serviço da Marinha, recebeu o telegrama a informar que Noel Francis Henry tinha nascido,&amp;amp;nbsp;enviou um telegrama de volta a perguntar: &amp;quot;Rapaz ou rapariga?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o primeiro dia em que te vi, no verão&amp;amp;nbsp;de 1966,&amp;amp;nbsp;nunca me pus essa questão. Tudo em mim dizia, Rapariga! Agora, 38 anos de casamento acabados de celebrar (21 de Dezembro), estou profundamente agradecido por teres sido e continuares a ser maravilhosamente mulher. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse era o primeiro critério para uma esposa—ser mulher. O segundo era: estimar Jesus Cristo. O terceiro era gostar de mim. O quarto era estar disposta a ir para onde quer que Deus nos chamasse. (Lembras-te da conversa que tivemos no sofá do teu apartamento, no primeiro verão em que&amp;amp;nbsp;eu enumerei todos os lugares difíceis de que me conseguia lembrar e tu disseste Sim? Eu nem te tinha ainda pedido em casamento.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De facto, uma das coisas que continuo a gostar em ti até hoje é o teu empenho em ir para qualquer lado e fazer qualquer coisa independentemente das circunstâncias, desde que seja sob a orientação de Cristo. Uma das tuas frases mais famosas perto de Belém foi quando me senti tão desencorajado num Domingo à tarde depois da missa, após o almoço, em que pus as mãos no rosto e disse “Acho que devemos ir para África.” E tu do quarto, sem hesitar, disseste, “Diz-me quando devo fazer as malas.” Fantástico! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que dádiva que tu és para mim! I hope you don’t mind my glorying in ''getting'' gifts on your birthday. All Christian Hedonists know that when I exult in you as a gift on your birthday ''you'' get the honor! I am happy to have it so. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
So today I celebrate the blessings of ''your rock solid support'', layer upon layer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Apoiaste-me na minha fé. Quando&amp;amp;nbsp;vacilei&amp;amp;nbsp;perante o desânimo, tu nunca te deixaste ir abaixo, mantiveste-te firme. Orientaste-me para o nosso soberano Rei, uma e outra vez. &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me na teologia, desbravando os lugares obscuros e ficando,&amp;amp;nbsp;por fim, onde eu fico, contente pro glorificar comigo a boa-nova us sinners of God’s great God-centeredness. O, that all could see how precious it is! Faithful to us for ''his'' sake, not finally ours. Nothing more solid and sure! &lt;br /&gt;
*Apoiaste-me no trabalho e na verdade, mas nunca de modo bajulador ou auto-inflamado. És particularmente imune a John Piper. Apenas rocha sólida e ''ali ''para ele.&lt;br /&gt;
*You have supported me in managing a home with four small sons, now grown, and one late-arriving daughter, now growing. Only a mother can know what it costs the heart and body to be there for children all the time. But I know some of the cost. And I do not take it for granted. It shall not go unpraised. The price was high. Our sons are not perfect, but they are strong with your strength, and I am glad. May Talitha bring such strength to her man. &lt;br /&gt;
*You have supported me as a Song of Solomon bride—bringing me more pleasures than I could ever deserve, and wakening in me hopes that heaven, which must be better, though there is no marriage there, will be indescribably good. &lt;br /&gt;
*You have supported me in the unusual calling God has given me—private (because I write), public (because I preach), and controversial (because I take some unpopular stands). In private you protect me, in public you stand with me, in controversy you help me keep my bearings.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
When we were together in Red Wing on our anniversary a few days ago, I said to you, and meant it (a statement you have always trusted): In all our years together and now, I only have eyes for you—even in my head. You said, “That’s a good anniversary gift.” I have turned it into a poem. It is a renewed pledge: Only you, Noël. Only you, till death do us part. I love you. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Johnny &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;For None But You&amp;lt;br&amp;gt;December, 2006&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Before his boils made him unable to&amp;lt;br&amp;gt;Feel anything but pain,&amp;lt;br&amp;gt;Job made a covenant: “I will be true,”&amp;lt;br&amp;gt;He pledged. “If I should gain&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Or lose the world, I will not use my eyes&amp;lt;br&amp;gt;To look upon a maid,&amp;lt;br&amp;gt;Nor let my mind spy or pursue a prize&amp;lt;br&amp;gt;By which you are betrayed.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;And thus he loved his wife with all his heart.&amp;lt;br&amp;gt;And I have done the same,&amp;lt;br&amp;gt;But not to imitate, as though the art&amp;lt;br&amp;gt;Of such obsession came&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;By wanting more, and saying No to this.&amp;lt;br&amp;gt;It has not been that way,&amp;lt;br&amp;gt;Though tearing out the eye is good, the bliss&amp;lt;br&amp;gt;Of eyes that will not stray&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Is best. Nor do I mean such bliss that breaks&amp;lt;br&amp;gt;Beneath the weight of pain,&amp;lt;br&amp;gt;But ever holds like steel and never shakes&amp;lt;br&amp;gt;Beneath a world of strain.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;This is the deep allegiance of my eyes&amp;lt;br&amp;gt;And of my mind and heart.&amp;lt;br&amp;gt;It is not wrought by pow’r of will that tries&amp;lt;br&amp;gt;With effort to depart&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;From foreign fire. It is a gift to me&amp;lt;br&amp;gt;And you. I will be true,&amp;lt;br&amp;gt;So help me God. These eyes will never be&amp;lt;br&amp;gt;For anyone but you. &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Top_priority]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 15:05:57 GMT</pubDate>			<dc:creator>Maria Castro</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</comments>		</item>
		<item>
			<title>Letter for Noël on Her Birthday</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</link>
			<description>&lt;p&gt;Maria Castro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info}}&amp;lt;blockquote&amp;gt;''27 de Dezembro é o dia de aniversário de Noel Piper. Nesta carta aberta, o marido John celebra a dádiva do seu apoio.''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Querida Noel, &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parabéns, Noel. O teu nome sustenta a tua hora. Nasceste dois dias depois do Natal. Quando, em 1947, o teu pai, algures pelo mundo ao serviço da Marinha, recebeu o telegrama a informar que Noel Francis Henry tinha nascido,&amp;amp;nbsp;enviou um telegrama de volta a perguntar: &amp;quot;Rapaz ou rapariga?&amp;quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o primeiro dia em que te vi, no verão&amp;amp;nbsp;de 1966,&amp;amp;nbsp;nunca me pus essa questão. Tudo em mim dizia, Rapariga! Agora, 38 anos de casamento acabados de celebrar (21 de Dezembro), estou profundamente agradecido por teres sido e continuares a ser maravilhosamente mulher. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse era o primeiro critério para uma esposa—ser mulher. O segundo era: estimar Jesus Cristo. O terceiro era gostar de mim. O quarto era estar disposta a ir para onde quer que Deus nos chamasse. (Lembras-te da conversa que tivemos no sofá do teu apartamento, no primeiro verão em que&amp;amp;nbsp;eu enumerei todos os lugares difíceis de que me conseguia lembrar e tu disseste Sim? Eu nem te tinha ainda pedido em casamento.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De facto, uma das coisas que continuo a gostar em ti até hoje é o teu empenho em ir para qualquer lado e fazer qualquer coisa independentemente das circunstâncias, desde que seja sob a orientação de Cristo. Uma das tuas frases mais famosas perto de Belém foi quando me senti tão desencorajado num Domingo à tarde depois da missa, após o almoço, em que pus as mãos no rosto e disse “Acho que devemos ir para África.” E tu do quarto, sem hesitar, disseste, “Diz-me quando devo fazer as malas.” Fantástico! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
What a gift you are to me! I hope you don’t mind my glorying in ''getting'' gifts on your birthday. All Christian Hedonists know that when I exult in you as a gift on your birthday ''you'' get the honor! I am happy to have it so. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
So today I celebrate the blessings of ''your rock solid support'', layer upon layer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*You have supported me in my faith. When I have wavered in discouragement, you have never sunk, but stood. You have directed me to our sovereign King again and again. &lt;br /&gt;
*You have supported me in theology, pushing on the unclear places and standing, in the end, where I stand, glad to glory with me in the good news for us sinners of God’s great God-centeredness. O, that all could see how precious it is! Faithful to us for ''his'' sake, not finally ours. Nothing more solid and sure! &lt;br /&gt;
*You have supported me in the work and in the truth but not in flattery or ego-puffery. You are singularly unimpressed with John Piper. Just rock solid and ''there'' for him. &lt;br /&gt;
*You have supported me in managing a home with four small sons, now grown, and one late-arriving daughter, now growing. Only a mother can know what it costs the heart and body to be there for children all the time. But I know some of the cost. And I do not take it for granted. It shall not go unpraised. The price was high. Our sons are not perfect, but they are strong with your strength, and I am glad. May Talitha bring such strength to her man. &lt;br /&gt;
*You have supported me as a Song of Solomon bride—bringing me more pleasures than I could ever deserve, and wakening in me hopes that heaven, which must be better, though there is no marriage there, will be indescribably good. &lt;br /&gt;
*You have supported me in the unusual calling God has given me—private (because I write), public (because I preach), and controversial (because I take some unpopular stands). In private you protect me, in public you stand with me, in controversy you help me keep my bearings.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
When we were together in Red Wing on our anniversary a few days ago, I said to you, and meant it (a statement you have always trusted): In all our years together and now, I only have eyes for you—even in my head. You said, “That’s a good anniversary gift.” I have turned it into a poem. It is a renewed pledge: Only you, Noël. Only you, till death do us part. I love you. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Johnny &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;For None But You&amp;lt;br&amp;gt;December, 2006&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Before his boils made him unable to&amp;lt;br&amp;gt;Feel anything but pain,&amp;lt;br&amp;gt;Job made a covenant: “I will be true,”&amp;lt;br&amp;gt;He pledged. “If I should gain&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Or lose the world, I will not use my eyes&amp;lt;br&amp;gt;To look upon a maid,&amp;lt;br&amp;gt;Nor let my mind spy or pursue a prize&amp;lt;br&amp;gt;By which you are betrayed.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;And thus he loved his wife with all his heart.&amp;lt;br&amp;gt;And I have done the same,&amp;lt;br&amp;gt;But not to imitate, as though the art&amp;lt;br&amp;gt;Of such obsession came&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;By wanting more, and saying No to this.&amp;lt;br&amp;gt;It has not been that way,&amp;lt;br&amp;gt;Though tearing out the eye is good, the bliss&amp;lt;br&amp;gt;Of eyes that will not stray&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Is best. Nor do I mean such bliss that breaks&amp;lt;br&amp;gt;Beneath the weight of pain,&amp;lt;br&amp;gt;But ever holds like steel and never shakes&amp;lt;br&amp;gt;Beneath a world of strain.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;This is the deep allegiance of my eyes&amp;lt;br&amp;gt;And of my mind and heart.&amp;lt;br&amp;gt;It is not wrought by pow’r of will that tries&amp;lt;br&amp;gt;With effort to depart&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;From foreign fire. It is a gift to me&amp;lt;br&amp;gt;And you. I will be true,&amp;lt;br&amp;gt;So help me God. These eyes will never be&amp;lt;br&amp;gt;For anyone but you. &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Top_priority]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 14:50:41 GMT</pubDate>			<dc:creator>Maria Castro</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</comments>		</item>
		<item>
			<title>Letter for Noël on Her Birthday</title>
			<link>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</link>
			<description>&lt;p&gt;Maria Castro: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info}}&amp;lt;blockquote&amp;gt;''27 de Dezembro é o dia de aniversário de Noel Piper. Nesta carta aberta, o marido John celebra a dádiva do seu apoio.''&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Querida Noel, &amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
Parabéns, Noel. O teu nome sustenta a tua hora. Nasceste dois dias depois do Natal. Quando, em 1947, o teu pai, algures pelo mundo ao serviço da Marinha, recebeu o telegrama a informar que Noel Francis Henry tinha nascido,&amp;amp;nbsp;enviou um telegrama de volta a perguntar: &amp;quot;Rapaz ou rapariga?&amp;quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde o primeiro dia em que te vi, no verão&amp;amp;nbsp;de 1966,&amp;amp;nbsp;nunca me pus essa questão. Tudo em mim dizia, Rapariga! Agora, 38 anos de casamento acabados de celebrar (21 de Dezembro), estou profundamente agradecido por teres sido e continuares a ser maravilhosamente mulher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse era o primeiro critério para uma esposa—ser mulher. O segundo era: estimar Jesus Cristo. O terceiro era gostar de mim. O quarto era estar disposta a ir para onde quer que Deus nos chamasse. (Lembras-te da conversa que tivemos no sofá do teu apartamento, no primeiro verão em que&amp;amp;nbsp;eu enumerei todos os lugares difíceis de que me conseguia lembrar e tu disseste Sim? Eu nem te tinha ainda pedido em casamento.) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De facto, uma das coisas que continuo a gostar em ti até hoje é o teu empenho em ir para qualquer lado e fazer qualquer coisa independentemente das circunstâncias, desde que seja sob a orientação de Cristo. Uma das tuas frases mais famosas perto de Belém foi quando me senti tão desencorajado num Domingo à tarde depois da missa, após o almoço, em que pus as mãos no rosto e disse “Acho que devemos ir para África.” E tu do quarto, sem hesitar, disseste, “Diz-me quando devo fazer as malas.” Fantástico! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
What a gift you are to me! I hope you don’t mind my glorying in ''getting'' gifts on your birthday. All Christian Hedonists know that when I exult in you as a gift on your birthday ''you'' get the honor! I am happy to have it so. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
So today I celebrate the blessings of ''your rock solid support'', layer upon layer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*You have supported me in my faith. When I have wavered in discouragement, you have never sunk, but stood. You have directed me to our sovereign King again and again. &lt;br /&gt;
*You have supported me in theology, pushing on the unclear places and standing, in the end, where I stand, glad to glory with me in the good news for us sinners of God’s great God-centeredness. O, that all could see how precious it is! Faithful to us for ''his'' sake, not finally ours. Nothing more solid and sure! &lt;br /&gt;
*You have supported me in the work and in the truth but not in flattery or ego-puffery. You are singularly unimpressed with John Piper. Just rock solid and ''there'' for him. &lt;br /&gt;
*You have supported me in managing a home with four small sons, now grown, and one late-arriving daughter, now growing. Only a mother can know what it costs the heart and body to be there for children all the time. But I know some of the cost. And I do not take it for granted. It shall not go unpraised. The price was high. Our sons are not perfect, but they are strong with your strength, and I am glad. May Talitha bring such strength to her man. &lt;br /&gt;
*You have supported me as a Song of Solomon bride—bringing me more pleasures than I could ever deserve, and wakening in me hopes that heaven, which must be better, though there is no marriage there, will be indescribably good. &lt;br /&gt;
*You have supported me in the unusual calling God has given me—private (because I write), public (because I preach), and controversial (because I take some unpopular stands). In private you protect me, in public you stand with me, in controversy you help me keep my bearings.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
When we were together in Red Wing on our anniversary a few days ago, I said to you, and meant it (a statement you have always trusted): In all our years together and now, I only have eyes for you—even in my head. You said, “That’s a good anniversary gift.” I have turned it into a poem. It is a renewed pledge: Only you, Noël. Only you, till death do us part. I love you. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Johnny &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;For None But You&amp;lt;br&amp;gt;December, 2006&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Before his boils made him unable to&amp;lt;br&amp;gt;Feel anything but pain,&amp;lt;br&amp;gt;Job made a covenant: “I will be true,”&amp;lt;br&amp;gt;He pledged. “If I should gain&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Or lose the world, I will not use my eyes&amp;lt;br&amp;gt;To look upon a maid,&amp;lt;br&amp;gt;Nor let my mind spy or pursue a prize&amp;lt;br&amp;gt;By which you are betrayed.”&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;And thus he loved his wife with all his heart.&amp;lt;br&amp;gt;And I have done the same,&amp;lt;br&amp;gt;But not to imitate, as though the art&amp;lt;br&amp;gt;Of such obsession came&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;By wanting more, and saying No to this.&amp;lt;br&amp;gt;It has not been that way,&amp;lt;br&amp;gt;Though tearing out the eye is good, the bliss&amp;lt;br&amp;gt;Of eyes that will not stray&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;Is best. Nor do I mean such bliss that breaks&amp;lt;br&amp;gt;Beneath the weight of pain,&amp;lt;br&amp;gt;But ever holds like steel and never shakes&amp;lt;br&amp;gt;Beneath a world of strain.&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;This is the deep allegiance of my eyes&amp;lt;br&amp;gt;And of my mind and heart.&amp;lt;br&amp;gt;It is not wrought by pow’r of will that tries&amp;lt;br&amp;gt;With effort to depart&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&amp;lt;blockquote&amp;gt;From foreign fire. It is a gift to me&amp;lt;br&amp;gt;And you. I will be true,&amp;lt;br&amp;gt;So help me God. These eyes will never be&amp;lt;br&amp;gt;For anyone but you. &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Category:Top_priority]]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 03 Nov 2008 14:49:20 GMT</pubDate>			<dc:creator>Maria Castro</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslation.org/wiki/Talk:Letter_for_No%C3%ABl_on_Her_Birthday</comments>		</item>
	</channel>
</rss>